Algumas pesquisas médicas
têm apontado que viver em áreas com altos níveis de poluição do ar está
associado com maior risco de acidentes vasculares encefálicos (AVE), o que
conhecemos como “derrame cerebral”.
Em um desses estudos mais recentes, publicados por pesquisadores
Ingleses em novembro de 2016 na revista médica especializada (Stroke),
foi observado que de um total de 1800 pacientes que sofreram AVE entre o ano de
2005 e 2012, houve CINCO VEZES MAIS CHANCES DE MORRER entre aqueles pacientes
que viviam em áreas com maiores índices de poluição.
Em outro estudo, pesquisadores Japoneses avaliaram os arquivos
médicos de 6885 pacientes que haviam sofrido um AVE (“derrame”) e concluíram
que pacientes que apresentem fatores de risco para sofrerem um AVE DEVEM EVITAR
AMBIENTES COM ALTAS CONCENTRAÇÕES DE
POLUIÇÃO, especialmente no inverno.
Esses estudos, apesar de apresentarem limitações em suas
conclusões, por tratarem de populações específicas e condições ambientais
diferentes das nossas, alertam para o que já sabemos há algum tempo: A poluição
ambiental é um fator de risco para o desenvolvimento de diversas doenças, não
exclusivamente do aparelho respiratório, como insuficiência cardíaca (“coração
fraco”) e acidente vascular encefálico (“derrame”).